A HUMANIZAÇÃO NO CUIDADO À PARTURIÇÃO


Nilza Alves Marques de AlmeidaI, Cleusa Alves MartinsII, Karen Leverger VasconcelosIII, Cristhiene Helena Alvarenga RiosIV, Eliane Alves LucasV, Eliene Aparecida MachadoVI, Antoniella Vieira de MedeirosVII

RESUMO

Este artigo trata-se de revisão bibliográfica que tece considerações reflexivas segundo a ótica de diversos autores acerca da assistência humanizada ao parto e nascimento. Discute, também, a visão dos autores sobre a abordagem biomédica ainda desenvolvida em várias instituições hospitalares brasileiras que prestam assistência às mulheres em período gravídico-puerperal; onde permeiam condutas e atitudes consideradas intervencionistas que constituem um processo incompatível com as normas das políticas de saúde da mulher. Nesta perspectiva, a humanização da assistência ao parto e nascimento foi considerada como essencial no processo de cuidar da parturiente. Desse modo, concebemos que o cuidado na parturição é importante, devendo ser internalizado e vivenciado por profissionais de saúde da área.

Palavras chave: Cuidados de Enfermagem; Humanização do Parto; Enfermagem Obstétrica.

INTRODUÇÃO

Este artigo trata-se de uma revisão bibliográfica que tece considerações reflexivas segundo a ótica de diversos autores acerca da assistência humanizada ao parto e nascimento. Neste enfoque, discute também, a visão dos autores sobre a abordagem biomédica ainda desenvolvida em várias instituições hospitalares brasileiras onde se prestam assistência às mulheres no período gravídico-puerperal; onde permeiam condutas e atitudes consideradas intervencionistas, e que constituem um processo incompatível com as normas das políticas de saúde da mulher.

Nos primórdios da civilização, o parto era um evento solitário, e puramente fisiológico. Com o desenvolvimento da ciência da saúde houve um crescimento progressivo da medicalização da parturição, e como isso a fragmentação desse processo em parto e nascimento, o qual perdura até hoje.

Entendemos que são dois momentos distintos: para a mulher é o momento em que ela dá à luz e está ocorrendo o que se denomina PARTO. Já, para o bebê, o novo ser que vem ao mundo, ocorre o seu NASCIMENTO. Neste sentido, o parto e nascimento constituem-se unicamente em um evento biológico despido de outros fatores inerentes ao ser humano e o seu contexto de vida, como: o psico-emocional, o cultural, o social e o econômico. O processo de parto e nascimento retirados do seu contexto natural pode ser traumático tanto para a mãe quanto para o bebê.

Observamos ser necessário resgatar a liberdade da parturiente que hoje se sente impotente e incapaz de dar à luz sem apropriar-se de medidas intervencionistas; respeitar os direitos da mulher para escolher como e onde quer ter seu bebê e a individualidade da parturiente para sentir-se segura, bem como proporcionar a presença de um acompanhante de sua escolha no pré-parto, sala de parto e pós-parto e; contato imediato (quando possível) entre mãe e filho, estimulando o aleitamento materno o mais precoce possível.

Portanto, faz-se necessário conhecer a visão dos profissionais de saúde acerca da assistência humanizada ao parto e nascimento e, assim repensar o cuidado que hoje se oferece durante o processo de parturição. Diante deste pressuposto, acreditamos que o parto e o nascimento, eventos fisiológicos, devem transcorrer de forma natural com a menor intervenção, apenas em casos de distócias obstétricas.

Para tanto, buscamos a literatura científica no banco de dados da BIREME (LILACS, SCIELO, BDENF), sítios do Ministério da Saúde e “Amigas do Parto” (http://www.saude.gov.br; http://www.amigasdoparto.com.br) no período de 1984 a 2005, sendo selecionados treze artigos que contemplavam o propósito deste trabalho e livros que abordam o assunto.

HUMANIZAÇÃO DO PARTO E NASCIMENTO: VISÃO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

O Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar – PNHAH – foi lançado em 19/06/2001 com o objetivo de melhorar a qualidade e a eficácia dos pacientes atendidos pelo SUS a fim de promover a humanização e a capacitação dos profissionais para realizarem um atendimento solidário. O PNHAN pretende humanizar o atendimento e as condições de trabalho dos profissionais (BRASIL, 2005).

A Organização Mundial de Saúde – OMS argumenta que o parto humanizado tem início no pré-natal com o aconselhamento e explicação do processo gravídico-puerperal, considerando as necessidades da mulher na admissão e no parto; devem-se respeitar suas individualidades e desejos; durante o trabalho de parto dar liberdade de escolher a posição mais apropriada e agradável para parir, monitorar seu estado e do bebê e, após o parto, prestar os cuidados à puérpera e ao bebê (ENNING, 2000).

Segundo DUARTE (2005). “Humanizar o parto é dar às mulheres o que lhes é de direito: um atendimento focado em suas necessidades, e não em crenças e mitos”. ZAMPIERE (1999), apud DAVIM & BEZERRA (2002, p. 728), coloca que humanizar “é o desenvolvimento de características essenciais ao ser humano, e se fazem urgentes e necessárias com os aspectos: da sensibilidade, do respeito e da solidariedade”.

Para TORNQUIST (2003), as propostas de humanização do parto recuperam técnicas de alívio da dor, sobretudo aquelas consideradas naturais e menos invasivas, como também a importância dapresença do acompanhante, do suporte emocional, do apoio da equipe e da experiência da mulher em relação à dor. Este autor entende a dor não apenas como uma manifestação universal de processo um orgânico, mas como uma construção simbólica que varia conforme o contexto sociocultural e a subjetividade da mulher (forma de sentir a dor).

Na opinião de DAVIM & MENEZES (2001, p. 63), “ser humanizado significa ser consciente das características únicas de ser humano, onde humanizar é tornar-se humano como também é dar condição humana”.

CECHIN (2002, p.445) acredita que a humanização da assistência à mulher, consiste em acolher a parturiente, respeitar sua individualidade, “oferecer ambiente seguro, oportunizar um acompanhante e não intervir em processos naturais com tecnologia desnecessária”. A autora diz que a humanização do parto resgata o parto natural/normal. Também, ENNING (2000) afirma que, o ideal seria que toda mulher enxergasse o parto como o ato verdadeiro de dar a luz, um processo espontâneo, sem necessidade de grandes intervenções, e não considerá-lo como um ato médico.

Neste sentido, TORNQUIST (2003) entende por humanização do parto o conjunto de recomendações que a Organização Mundial de Saúde adotou: o incentivo ao parto vaginal; aleitamento materno; alojamento conjunto; à presença de acompanhante; à redução do excessivo intervencionismo tecnológico no progresso do parto; estimulo as técnicas mecânicas de alivio a dor (massagens, banhos, deambulação); uso cauteloso de indução intravenosa (ocitocina); analgesia; abolição da prática de enema e tricotomia, e faz crítica significativa à excessiva medicalização do parto, sendo apontado como um dos responsáveis pelas taxas de mortalidade materno-infantil em vários países.

Esta autora entende ainda, que a mulher no momento do parto passa a se preocupar com o seu desempenho em termos do controle das emoções, e procura expressar sua dor dentro do parâmetro considerado adequado pela equipe. Com isso, a parturiente evita gritar e entrar em desespero, obedecendo assim à ordem médica. Pelo contrário, seria rotulada como descompensada e também responsabilizada pela promoção de estresse do ambiente.

E, nesta perspectiva, o despreparo dos profissionais de saúde pode infringir os ideários do parto humanizado e gerar paradoxos: de um lado, advogar pelos direitos das mulheres no momento do parto, e de outro, não considerar as diferenças socioculturais entre estas mulheres.

DUARTE (2005) considera como intervenções não humanizadas: não permitir a presença de um acompanhante à mulher, realizar lavagem intestinal e tricotomia dos pêlos pubianos, usar violência verbal e psicológica, usar indução intravenosa para acelerar o parto, prescrever jejum, restringir movimentos ao indicar repouso no leito, usar episiotomia indiscriminadamente, realizar parto em posição ginecológica e separar o recém-nascido da mãe logo após o parto impedindo o primeiro vínculo entre ambos.

RIESCO & FONSECA (2002) defendem a introdução na rede publica de um novo modelo assistencial ao parto com participação e realização pelo enfermeiro obstetra com a finalidade de promover assistência à gestação e ao parto para a clientela carente, principalmente onde existe grande demanda e falta assistência médica.

Na opinião de CARVALHO (2003), a participação dos pais no momento do nascimento é fundamental, sendo um dos princípios da humanização da assistência do parto. Com base nas evidências científicas, este autor aponta que o envolvimento do homem durante o pré-natal possibilita o suporte psico-social à gestante, trazendo beneficio a sua saúde e do bebê e que o compartilhamento da experiência pelo casal permite a formação do vínculo pai-bebê. Enfoca que são observadas muitas dificuldades para a participação dos pais, e ainda propõe a divulgação das experiências daqueles que participaram do parto.

DAVIM & MENEZES (2001, p.63), tomando por base Fritjof Capra, acreditam que:

“A parturiente deve ser acompanhada por pessoal devidamente capacitado, para que as intervenções ocorram quando necessárias e não como rotinas, privilegiando o bem-estar da parturiente e do concepto, tentando não utilizar métodos invasivos. Esse modelo de assistência é mais afeito às enfermeiras que atuam dentro de uma visão mais humana e holística”.

NASCIMENTO et al (1997) afirmam que o cuidado prestado à parturiente é norteado por um poder institucional expresso por meio de rotinas que retiram dessa mulher a participação ativa em todo o processo e, acredita que a assistência à parturiente deve ser humanizada e competente para permitir que as mulheres vivenciem a parturição de forma mais plena e feliz.

A humanização da parturição é um ideal que está, pouco a pouco, se tornando uma realidade. Humanizar é promover assistência de qualidade a parturiente através do alívio a dor, do conforto físico e emocional, da liberdade para escolher como deseja ter o bebê, dando-lhe suporte (material, pessoal e emocional) necessário para que mãe, bebê e acompanhante escolhido vivenciem todo processo de forma mais tranqüila e feliz. Além disso, é estar/ser consciente de nossas atitudes como profissionais de saúde que estão ajudando a trazer uma nova vida ao mundo.

O CUIDADO NA PROMOÇÃO DA PARTURIÇÃO

Ao buscar as origens do ato de cuidar, do cuidado, encontramos na descrição de WALDOW (2001), que esse ato teve início com a mulher devido à maternidade. De acordo com WALDOW (2001) desde o início a mulher tratou no sentido de se cuidar e de se medicar.

Na opinião de ZAGONEL (1997, p.34/35), “o cuidado humano é o desvelo, atenção pela condição humana do outro. O cuidado humano está voltado à dimensão expressiva do cuidado; ultrapassa o enfoque biologicista e mecanicista da assistência”. A autora acredita que o cuidado humano que envolve a parturição dedica-se a dois pontos essenciais: incentivo ao parto normal e prevenção da mortalidade materna. Acredita que “o cuidado humano à parturiente é o mecanismo que impulsiona as expressões emocionais” e que humanizar a parturição é envolver-se com o outro e, nesta abordagem, torna-se arte humanística, a arte do cuidado que utiliza todos os sentimentos para o seu desempenho.

Segundo WALDOW (2001, p.14), “o cuidado deve ser sentido, vivido” e, para que isso ocorra é necessário que o mesmo seja absorvido, e faça parte dos profissionais. O cuidado humano é baseado no respeito à dignidade, na sensibilidade e na ajuda. Assim, o cuidado humano deveria constituir um imperativo moral, da atitude ética em que seres humanos percebem e reconhecem os direitos uns dos outros. Neste cuidado existe um compromisso, uma responsabilidade em estar no mundo, ajudando a construir uma sociedade com base em princípios morais.

DOMINGUES et al (2004), verificou que a insatisfação da mulher sobre a parturição estava relacionada ao sofrimento no parto, a atenção insuficiente da equipe, complicações com o bebê e o parto demorado e/ou difícil. Para as mulheres com percepção positiva, o parto rápido, o bom tratamento da equipe, o pouco sofrimento, o bom estado da mãe e do bebê, a presença do acompanhante (7,9% do total de 246 puérperas) foram os aspectos apontados como mais importantes.

No estudo de DAVIM & BEZERRA (2002) algumas mulheres relatam a importância que uma assistência cuidadosa e afetuosa tem para a satisfação do parto, sendo feitas diversas sugestões para que os profissionais sejam mais atenciosos, pacientes, informativos, afetivos, “educados”, e que não emitam opiniões pessoais sobre a vida e o comportamento dos pacientes.

A criação de Casas de Parto para atendimento à parturiente de baixo risco é uma proposta que contribui para a assistência humanizada ao parto e nascimento. E, nesse âmbito BITTENCOURT (1984) afirma que a implantação de casas de parto favorece a humanização do cuidado direcionado ao parto natural realizado por enfermeiras obstetrizes, sendo apenas os casos de gestantes de alto risco e de distócias no parto encaminhados a hospitais de referência.

O projeto Midwifery tem como objetivo resgatar o caráter fisiológico no processo de nascer, proporcionando à mulher uma vivência positiva sem traumas e sem manobras invasivas no momento do parto. “O conforto físico é aumentado pelo uso de técnicas de massagem e relaxamento, posturas variadas, música, métodos de respiração desenvolvidos para minimizar o desconforto durante o trabalho de parto”. Esse modelo de assistência ao parto envolve componentes que colocam em harmonia a teoria científica com a natureza; o contexto ambiental com o contexto cultural no qual o papel da enfermeira obstetra é ajudar nas forças naturais do parto, mediante a criação de condições mais favoráveis para o processo do parto natural vivenciando a ciência, a natureza e a ética e, além disso, promovendo modificações comportamentais de acordo com as respostas da mulher (DAVIM & BEZERRA, 2002, p. 729).

Segundo SIMÕES & SOUZA (1997), a mulher deve ser valorizada em sua fala; a assistência deve ser voltada para o cuidar, aquele que possibilita ao outro assumir sua vivência levando em consideração seu próprio querer e que esteja atenta para a subjetividade enquanto ser-aí.

A inserção do cuidado no self de cada profissional oferece à parturiente maior segurança, confiança e liberdade para vivenciar este momento da melhor maneira possível. Este cuidado deve ser pautado na ética, responsabilidade, no desvelo e zelo. Para que se obtenha êxito na humanização, o cuidado deve ser vivido, sentido e internalizado pelos profissionais, pois este cuidado é um importante diferencial na assistência à parturiente.

MARTINS & PEREIRA (2002) consideram importante a normalização de procedimentos como um processo para a qualidade da assistência obstétrica e perinatal para evitar práticas consideradas inapropriadas. Relatam ainda a importância da interação entre equipe de saúde e usuárias, e, que essa abordagem facilita a interação e fortalecimento dos laços afetivos mãe-pai-filho e conseqüentemente o sucesso do aleitamento materno.

Portanto, concordamos com (WALDOW, 2001, p. 37) ao considerar o cuidado como um processo de ser-estar por parte do cuidador a quem será cuidado, que envolve habilidades técnicas, conhecimento, sensibilidade, solidariedade, carinho, amor e consideração, assim, entendemos o cuidado humanizado como direito à cidadania.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A realização deste estudo baseou-se nas atuais propostas de humanização do parto e nascimento, as quais foram apresentadas como alternativas de qualidade para queda dos elevados índices de morbi-mortalidade materna e de partos cesáreos e, ainda, considerando que o paradigma biomédico adota condutas e atitudes que constituem um processo incompatível com as normas das políticas de saúde da mulher. Nesse sentido corroboramos os achados de CÂMARA et al (2000), que nos indicam a importância e a responsabilidade do cuidado de enfermagem no pré-natal, que pode contribuir para minimizar os fatores sócio–culturais implícitos nos altos índices de partos cesáreos.

Como na gestação surge a formação de um novo estilo de vida, onde são elaborados conceitos e preconceitos que podem influenciar no processo assistencial da parturição, as práticas de humanização normalmente permitem que o parto seja um evento mais próximo do natural da vida da mulher, quando este não apresenta intercorrências.

Esperamos com esse trabalho suscitar reflexões sobre a humanização do cuidado na parturição e a necessidade nos profissionais de saúde e acadêmicos dos diversos cursos da área de saúde de viverem, sentirem e internalizarem o cuidado humanizado e, a partir desse processo, conscientizar-se do importante papel que desempenham na assistência à mulher e sua família.

A união do cuidado humano a parturição faz com que ocorra a sensibilização do parto e nascimento como um evento único e inestimável tanto para a mulher como para os profissionais de saúde, principalmente para a Enfermagem, ao resgatar a visão e a prática de assistência integralizada do ser humano.

Entendemos que, embora a assistência ao parto natural seja realizada por uma equipe de saúde que facilita e incentiva as práticas de humanização do parto respeitando a individualidade da mulher, sua constituição física, contexto social, psicológico e cultural, é necessária a construção de uma visão humanizada do cuidado além de recursos humanos e financeiros para que a proposta de humanização da Organização Mundial de Saúde atinja a sua plenitude.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BITTENCOURT, M.N.T. Implantação do programa casa de parto do estado da Bahia. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 37, n. 2, p. 135-138, 1984.

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CAMARA, M. F. B.; MEDEIROS, M.; BARBOSA, M. A. - Fatores sócio-culturais que influenciam a alta incidência de cesáreas e os vazios da assistência de enfermagem. Revista Eletrônica de Enfermagem. Goiânia, v.2, n.2, jan/jun. 2000. [on-line] Disponível http://www.fen.ufg.br/Revista/revista2_1/Cesarea.html. [Acesso em 15 jul. 2005].

CARVALHO, M. L. M. Participação dos pais no nascimento em maternidade pública: dificuldades institucionais e motivações dos casais. Caderno de Saúde Pública, v. 19, supl. 2, p. 389-398, 2003.

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DAVIM, R.M.B.; BEZERRA, L.G.M. Assistência à parturiente por enfermeiras obstetras no Projeto Midwifery: um relato de experiência. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 10, n. 5, p. 727-732, 2002.

DAVIM, R.M.B.; MENEZES, R.M.P. Assistência ao parto normal no domicilio. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 9, n. 6, p. 62-68, 2001.

DOMINGUES, R. M. S. M; SANTOS, M. C. L; LEAL, M. C. Aspectos da satisfação das mulheres com a assistência ao parto: contribuição para o debate. Caderno de Saúde Pública, v. 20, supl. 1, p. 52-62, 2004.

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ENNING, C. O parto na água: Um guia para pais e parteiros. Co-autoria e tradução: Heinz Roland Jakobi. São Paulo: Manole, 2000.

MARTINS, C. A.; PEREIRA, S. V. M. Qualidade da assistência obstétrica e perinatal em hospital amigo da criança: experiência de maternidade – Anápolis/GO. Revista Anna Nery, v. 6, n. 3, p. 451-463, 2002.

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TORNQUIST, C. S. Paradoxos da humanização em uma maternidade no Brasil. Caderno de Saúde Pública, v. 19, supl. 2, p. 419-427, 2003.

WALDOW, V.R. Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001.

ZAGONEL, I.P.S. Contribuição do cuidado de enfermagem à humanização da parturição. Revista Cogitare Enfermagem, v. 2, n. 2, p. 34-38, 1997.

I Enfermeira. Doutoranda do Programa de Mestrado e Doutorado em Ciências da Saúde – Convênio Rede Centro Oeste UnB/UFG/UFMS. Professor Assistente da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN/UFG). E-mail: nilza@fen.ufg.br. Goiânia, Goiás.

II Enfermeira, Doutora em Enfermagem Professor Adjunto da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN/UFG). E-mail: cleusaam@terra.com.br. Goiânia, Goiás.

III Enfermeira Obstétrica, Professor Auxiliar da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN/UFG).

IV Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás. E-mail: helenaarios@yahoo.com.br: Goiânia, Goiás.

V Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás. E-mail: elianealu@hotmail.com. Goiânia, Goiás.

VI Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás. E-mail: lnlis@yahoo.com.br. Goiânia, Goiás.

VII Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás. E-mail: niellaenf@yahoo.com.br. Goiânia, Goiás.

Texto recebido em 30/09/2005.

Publicação aprovada em 31/120/2005.


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