REALIZAÇÃO, PAZ, ACONCHEGO E MATURIDADE

November 16, 2016

 

Descobri principalmente que eu era muito mais forte do que eu imaginava e que tinha dentro de mim uma paciência que, às vezes, até mesmo eu admiro.


 

Nome: Cristiane Tarcinalli Moretto Raquieli

Idade: 38

Profissão: Pedagoga, Professora de Inglês e mãe em tempo integral.

Quantos filhos: 4

Ano de nascimento dos filhos: 1989, 1992,1995, 2002

Cidade: Araraquara

Estado: SP

E-mail de contato: celcris@techs.com.br

Autoriza a publicação: sim

Data de preenchimento do questionário: 20/01/2007




Que “tipo” de parto você teve?

Uma cesárea e três normais hospitalares.


O que você achou do seu parto?

A cesárea foi horrível pelo despreparo em que eu me encontrava, mas os outros partos foram evoluindo de bom, até chegar ao maravilhoso.


Quando pensa em seu parto o que lhe vem à mente?

Amadurecimento.


Amamentou seu/sua bebê?

Sim, umas mais do que outras.


Até quantos meses?

Meu recorde foi de 1 ano e três meses, minha 2ª filha.


Encontrou dificuldades em amamentar? Quais?

Sim. Rachadura dos seios, dor, ressecamento, mas tudo somente nas primeiras semanas, depois foi um céu.


Sua visão da maternidade mudou após o parto?

Não muito, estava bem preparada e amparada.


Como você se via como mãe nos primeiros meses de vida de seu/sua filho/a?

Uma corujona, totalmente capaz de cuidar da minha filha, independente e decidida.


O que você pensava sobre a maternidade durante a gestação e depois do parto?

Não havia muita diferença, para ser franca eu pensava mais no parto, do que na maternidade; acho que foi um erro, pois criei uma expectativa muito grande com relação ao tipo de parto, e deixei de focar na minha filha, que era a mais importante.


Mudou de visão nos meses a seguir?

Não, mesmo achando que eu focava muito no tipo de parto.


O que pensa da maternidade?

É simplesmente o melhor acontecimento na vida de uma mulher, é mágico.


Quais são as coisas mais importantes que uma mulher encontra ao se tornar mãe?

Realização, paz, aconchego, maturidade, independência.


Como você definiria a maternidade?

Êxtase.


Tem vontade de ter outros filhos?

Não, pois já completei meu quarteto e já sou avó.


O ser mãe de hoje é algo que você aprendeu ou veio espontâneo?

As duas coisa: muita intuição e uma grande quantidade de literatura e troca de experiência.


O que seu/sua filho/a exige mais de você?

Hoje, tenho cada uma numa fase: a mais velha, 17 (e mãe também), exige carinho; a outra 12, exige igualdade; a de 11, exige espaço para ela; e a menor, de 5, exige tudo o que as outras recebem.


Quais descobertas a respeito de você mesma a maternidade lhe trouxe? 

Descobri principalmente que eu era muito mais forte do que eu imaginava e que tinha dentro de mim uma paciência que, às vezes, até mesmo eu admiro.


Acredita que uma mulher precisa experimentar a materniade para desenvolver-se como mulher? Por que?

Sim, pois acho que a maternidade é um complemento do ser mulher.


O que diria a você mesma antes do parto?

Não acredite em tudo o que o obstetra lhe disser, e, principalmente, concentre-se em você e no que você precisa e deseja.


Sua relação com o pai de seu/sua filho/a mudou em consequência da maternidade? Como e por que?

Sempre muda, porque nós mudamos. Percebi que estreitamos nossos laços, ficamos mais cúmplices, porque ele é um super pai e um super marido.


Qual conselho daria às mães de primeira viagem?

Curta a sua gravidez como se fosse a única, aproveite para se amar e ser amada, deixe-se bajular sem culpa, e principalmente, ame muito o seu bebê.

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