OS 7 MITOS DAS VACINAS DE MASSA

July 11, 2017

 

     Os médicos americanos registram cada ano milhares de reações sérias às vacinas, incluindo centenas de mortes e deficiências permanentes. As populações completamente vacinadas foram investidas por epidemias, e os pesquisadores atribuem diversas condições neurológicas e imunológicas crônicas aos programas de imunização de massa.


     Existem centenas de estudos médicos publicados que documentam o fracasso das vacinas e suas reações adversas, e há muitos outros livros escritos por médicos, pesquisadores e cientistas independentes que revelam séries lacunas na teoria e na prática da imunização.


     Mito n°1: "...as vacinas são completamente inócuas...?"

     O VERS (sistema que coleta os efeitos adversos das vacinas) do FDA (Food and Drug Administration) recebe anualmente 11.000 denúncias de sérias reações adversas às vacinas, das quais 1% são mortes causadas pelas reações à vacina. A maior parte das mortes são imputáveis à vacina contra a tosse convulsiva. Estudos internacionais têm demonstrado que a vacinação é a causa da SIDS (síndrome de morte súbita infantil).

 

     Mito n°2: "...as vacinas são muito eficazes...?"

     A literatura médica possui um número surpreendente de pesquisas que documentam o fracasso da vacinação. Epidemias de sarampo, cachumba, “vaiolo”, polio se manifestaram em populações vacinadas.  Em 1989, o CDC (Center for Diesease Control and Prevention) relatou que "nas escolas com um nível de vacinações superior a 98% teve-se epidemias (sarampo) entre as crianças em idade pré –escolar." "... o aparente paradoxo é que, quando a taxa de imunização ao sarampo aumentou a níveis altos numa população, o sarampo se torna uma doença de pessoas imunizadas...”

Mito n°3: "...as cacinas são a razão principal do baixo índice de doenças...?"

Segundo a Associação Britânica para o Progresso da Ciência, as doenças infantis diminuiram de 90% entre 1850 e 1940, paralelamente à melhora das práticas sanitárias e higiênicas, bem antes que fossem introduzidos os programas de vacinação obrigatória. Frizando esta conclusão, um recente documento da OMS (Organizzazione Mondiale per la Sanità), sustenta que a doença e as taxas de mortalidade em países do terceiro mundo não têm uma relação direta com os procedimentos de imunização ou o tratamento médico, mas estão estritamente relacionadas aos padrões higiênicos e alimentares. 

 

     Mito n°4: "...a vacinação basea-se sobre fundamentadas teorias e práticas da imunização...?"

     A evidência clínica da vacina está em sua capacidade de estimular a produção de anticorpos. O que não está claro é se é tal produção que  produz a imunidade. Por exemplo, as crianças anémicas de agamaglobinas são incapazes de produzir anticorpos, todavia saram da doença infectiva quase com a mesma rapidez das outras crianças. A imunização natural é um fenômeno que envolve muitos órgãos e sistemas. 

 

     Mito n°5: "...as doenças infantis são perigosas...?"

     A maior parte das doenças infectivas da infância têm poucas sérias consequências hoje em dia. Até as estatísticas conservadoras do CDC sobre a tosse convulsiva durante 1992/1994 indicam uma taxa de cura de 98,8%. Na maior parte das vezes, a doença produz imunidade para toda a vida, enquanto que a imunidade da vacina é temporária.

 

     Mito n°6: "...meu filho não teve reações, portanto não há nada do que se preocupar...?"

     Os efeitos negativos documentados das vacinas incluem distúrbios imunológicos e neurológicos crônicos, quais o autismo, deficiência de atenção, dislexia, alergias, câncer. Os componentes das vacinas incluem conhecidos cancerígenos, como o thimersol, o fosfato de aluminio e o formaldeído. O dilema é que os elementos virais presentes na vacina podem perdurar por anos e passar por uma mutação no corpo humano, com consequências imprevisíveis.

 

     Mito n°7: "...existe somente a vacinação...?"

     Historicamente, a homeopatia revelou-se mais eficaz da medicina hortodoxa no tratamento e na prevenção das doenças. Encontrou-se que os remédios homeopáticos são mais eficazes quando são tomados durante os períodos de aumento do risco, pois não contêm substâncias tóxicas, não dando efeitos colaterais.


     Qualquer seja seu pensamento a respeito das vacinas, tome uma decisão informada: porque você tem esse direito. A responsabilidade é muito elevada, sobretudo porque você está lidando com a vida de seus filhos. Não tome decisões baseando-se nesse texto, mas procure mais informações você mesmo/a.”

 

Tradução: Adriana Tanese Nogueira

Fonte: Movimento per la Libertà del Pensiero e di Cura

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