SAÚDE DA CRIANÇA: ALEITAMENTO MATERNO E QUALIDADE DE VIDA!

A promoção da amamentação na gestação tem impacto positivo na prevalência de aleitamento materno, em especial entre as primíparas. O acompanhamento pré-natal é uma excelente oportunidade para motivar as mulheres a amamentarem. É importante que pessoas significativas para a gestante, como companheiro e mãe, sejam incluídas no aconselhamento e envolvidas , pelo profissional de saúde responsável, na responsabilidade do cuidado com o bebê. A empatia deve ser peça fundamental e prevalente em toda consulta de pré-natal. É à partir dela que a adesão ao aleitamento pós-nascimento se inicia. A prática da amamentação é fortemente influenciada pelo meio onde está inserida a nutriz.

 

 

 

RESUMO

Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. Permite ainda um grandioso impacto na promoção da saúde integral do binômio mamãe e bebê.

Se a manutenção do aleitamento materno é vital, a introdução de alimentos seguros, acessíveis e culturalmente aceitos na dieta da criança, em época oportuna e de forma adequada, é de notória importância para a promoção da alimentação saudável , prevenindo doenças e garantindo saúde.

Existem algumas definições importantes sobre aleitamento materno: exclusivo, predominante, complementado e misto ou parcial.

Graças aos inúmeros fatores existentes no leite materno que protegem contra infecções, ocorrem menos mortes entre as crianças amamentadas. No Brasil, do total de mortes de crianças com menos de 1 ano, 65,6% ocorrem no período neonatal e 49,4% na primeira semana de vida.

Para uma amamentação bem-sucedida, a mãe necessita de constante incentivo e suporte não só dos profissionais de saúde, mas da sua família e da comunidade.

No Brasil, existem algumas leis  que amparam as mulheres para o aleitamento materno. As empresas tributadas com base no lucro real que aderirem ao programa terão dedução do imposto devido ao conceder os 60 dias de prorrogação da licença às suas servidoras. A soberania do leite materno está presente em todos os ângulos discutidos e avaliados por estudos em saúde.

Palavras-chave: Amamentar, saúde, binômio mamãe-bebê, aleitamento materno, incentivo, Brasil, soberania, leite materno.


1. INTRODUÇÃO

 

O processo natural da gravidez, parto e puerpério e a incógnita da possibilidade de amamentar, ou não ,o bebê quando o mesmo nascer é, atualmente, uma das problemáticas mais citadas pelas mulheres grávidas.

 

A mulher vive a maternidade de uma forma intensa e ao mesmo tempo muito ambivalente. A chegada do filho é vivida como o seu próprio despertar para a vida, como um novo nascimento de si mesma. Entretanto, a vinda do bebê é marcada, num primeiro momento, por um sentimento de medo  do desconhecido e sentimento de frustração quando a mesma não atinge seus objetivos primórdios como mãe.

 

Ao aproximar o momento do parto ,a mulher, seja ela de qualquer classe social, sente uma maior necessidade de proteção e de atenção. Momento fundamental para o fortalecimento dos laços afetivos entre ela e seu companheiro.

 

A hora do “grande milagre” chega e a mulher, como num passe de mágica, se transforma em heroína , a “mulher-maravilha” – a força da natureza  e o bombardeio hormonal entram em ação. Com o término do parto inicia-se o período do aleitamento.

Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional, além de ter implicações na saúde física e psíquica da mãe.

 

O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. Permite ainda um grandioso impacto na promoção da saúde integral do binômio mamãe e bebê. Se a manutenção do aleitamento materno é vital, a introdução de alimentos seguros, acessíveis e culturalmente aceitos na dieta da criança, em época oportuna e de forma adequada, é de notória importância para a promoção da alimentação saudável , prevenindo doenças e garantindo saúde.

 

Para que seja garantido qualidade de vida, faz-se necessária a implementação das ações de proteção e promoção do aleitamento materno e da adequada alimentação complementar, as quais  dependem de esforços coletivos intersetoriais ,constituindo um enorme desafio para o sistema de saúde.

 

2. METODOLOGIA

 

Durante o curso de formação em aleitamento materno oferecido pela Ong Amigas do parto, com início em 23 de Agosto de 2009, foi realizado levantamento bibliográfico, utilizando ferramentas da internet para elaboração da corrente  monografia.

 

3. DESENVOLVIMENTO

 

Tipos de Aleitamento Materno

 

Segundo a  Organização Mundial da Saúde (OMS) existem algumas definições que dizem respeito ao aleitamento materno reconhecidas em todo o mundo. São elas:

 

• Aleitamento materno exclusivo – leite materno, direto da mama ou ordenhado, ou leite humano de outra fonte, sem outros líquidos ou sólidos, com exceção de gotas ou xaropes contendo vitaminas, sais de  reidratação oral, suplementos minerais ou medicamentos.

• Aleitamento materno predominante – leite materno, água ou bebidas à base de água (água adocicada, chás, infusões), sucos de frutas dentre outros.

• Aleitamento materno – leite materno (direto da mama ou ordenhado), independentemente de receber ou não outros alimentos.

• Aleitamento materno complementado – leite materno, qualquer alimento sólido ou semi-sólido com a finalidade de complementá-lo, e não de substituí-lo.

Obs:Nessa categoria a criança pode receber, além do leite materno, outro tipo de leite, mas este não é considerado alimento complementar.

• Aleitamento materno misto ou parcial – leite materno e outros tipos de leite.

 

Importância do Aleitamento Materno

 

Graças aos inúmeros fatores existentes no leite materno que protegem contra infecções, ocorrem menos mortes entre as crianças amamentadas.

 

Segundo dados da UNICEF estima-se  que o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida pode evitar, anualmente, 1,3 milhão de mortes de crianças menores de 5 anos.

 

Amamentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir consideravelmente a mortalidade neonatal – aquela que acontece até o 28º dia de vida – nos países em desenvolvimento. No Brasil, do total de mortes de crianças com menos de 1 ano, 65,6% ocorrem no período neonatal e 49,4% na primeira semana de vida.

 

A proteção do leite materno contra infecções respiratórias foi demonstrada em vários estudos realizados em diferentes partes do mundo, inclusive no Brasil. Assim como ocorre com a diarréia, a proteção é maior quando a amamentação é exclusiva nos primeiros seis meses.

 

A amamentação exclusiva nos primeiros meses de vida diminui o risco de alergia à proteína do leite de vaca, de dermatite atópica e de outros tipos de alergias, incluindo asma e sibilos recorrentes (VAN ODIJK et al., 2003). Assim, retardar a introdução de outros alimentos na dieta da criança pode prevenir o aparecimento de alergias, principalmente naquelas com histórico familiar positivo para essas doenças.

 

A OMS publicou importante revisão sobre evidências desse efeito. Essa revisão concluiu que os indivíduos amamentados apresentaram pressões sistólica e diastólica mais baixas (-1,2mmHg e -0,5mmHg, respectivamente), níveis menores de colesterol total (-0,18mmol/L) e risco 37% menor de apresentar diabetes tipo 2.

 

A exposição precoce ao leite de vaca (antes dos quatro meses) é considerada um importante determinante do Diabetes mellitus Tipo I, podendo aumentar o risco de seu aparecimento em 50%. Estima-se que 30% dos casos poderiam ser prevenidos se 90% das crianças até três meses não recebessem leite de vaca.

 

Observa-se, também, estreita  relação entre obesidade em crianças maiores de 3 anos e tipo de alimentação no início da vida constatou menor freqüência de sobrepeso/ obesidade em crianças que haviam sido amamentadas.

 

Por ser da mesma espécie do recém-nascido, o leite materno contém todos os nutrientes essenciais para o crescimento e o desenvolvimento ótimos da criança pequena, além de ser de fácil digestão, quando comparado com leites de outras espécies. O leite materno é capaz de suprir sozinho as necessidades nutricionais da criança nos primeiros seis meses e continua sendo uma importante fonte de nutrientes no segundo ano de vida, especialmente de proteínas, gorduras e vitaminas.

 

Outro benefício fornecido pela amamentação ao seio está no exercício que a criança faz para retirar o leite da mama . Este é de grande importância para o desenvolvimento adequado da cavidade oral do bebê, propiciando uma melhor conformação do palato duro, o que é fundamental para o alinhamento correto dos dentes e uma boa oclusão dentária.

 

A amamentação é um excelente método anticoncepcional nos primeiros seis meses após o parto (98% de eficácia), desde que a mãe esteja amamentando exclusiva ou predominantemente e ainda não tenha menstruado.

 

Não amamentar pode significar sacrifícios para uma família com pouca renda. Em 2004, o gasto médio mensal com a compra de leite para alimentar um bebê nos primeiros seis meses de vida no Brasil variou de 38% a 133% do salário-mínimo, dependendo da marca da fórmula infantil. A esse gasto devem-se acrescentar custos com mamadeiras, bicos e gás de cozinha, além de eventuais gastos decorrentes de doenças, que são mais comuns em crianças não amamentadas (MS, 2004).

 

Além de todos os benefícios já citados, existem também os de caráter emocional. Uma amamentação prazerosa e o contato contínuo entre mãe e filho fortalecem os laços afetivos entre eles, oportunizando intimidade, troca de afeto e sentimentos de segurança e de proteção na criança e de autoconfiança e de realização na mulher.

 

O aleitamento materno pode melhorar a qualidade de vida das famílias, uma vez que as crianças amamentadas adoecem menos, necessitam de menos atendimento médico, hospitalizações e medicamentos, o que pode implicar menos faltas ao trabalho dos pais,  bem como menos gastos e situações estressantes. Além disso, quando a  amamentação é bem sucedida, mães e crianças podem estar mais felizes, com repercussão nas relações familiares e, conseqüentemente, na qualidade de vida dessas famílias.

 

Características e funções do leite materno

 

3.3.1 – Componentes do Leite Materno:

 

O leite humano fornece em torno de 70 Kcal/100ml. Os lipídios fornecem 51% da energia total do leite, carboidratos 43 % e proteína 6%. Os lipídios além de fornecerem energia, também apresentam importantes papéis fisiológicos e estruturais, além de ser o veículo para entrada das vitaminas lipossolúveis do leite.

 

Lactose é o carboidrato predominante do leite. A presença de lactose no leite humano auxilia a proliferação dos Lactobacillus bifidus que por inibir o crescimento de microorganismos gram-negativos impede o aparecimento de infecções intestinais.

O leite humano é o que contém o menor teor de proteínas, sendo o teor maior no colostro – primeira secreção da glândula mamária (15,8g/l).

 

As proteínas do leite são divididas em caseína e proteínas do soro. A maior quantidade de proteínas do leite de vaca (82%) está na forma de caseína, enquanto que no leite humano maduro o teor de caseína não ultrapassa 25% das proteínas totais. A caseína é uma proteína importante como provedora de aminoácidos livres ao lactente, além de cálcio e fósforo que são constituintes de suas micelas. Já as proteínas do soro do leite (lactoferrina, imunoglobulinas), são essenciais para a proteção do recém nascido.

 

A maioria das vitaminas está presente em quantidades adequadas no leite humano.

O ferro está presente em concentrações semelhantes no leite humano e no leite de vaca, porém apresenta melhor disponibilidade no primeiro. A lactoferrina, proteína que se liga ao ferro no leite humano, reduz a quantidade de ferro livre, inibindo a multiplicação bacteriana.

 

3.3.2 - Fases da Produção Láctea:

 

 COLOSTRO

Secretado nos primeiros dias após o parto .

Composição: comparando-se com o leite maduro, o conteúdo de eletrólitos, proteínas, vitaminas lipossolúveis, minerais e a concentração de imunoglobulinas é maior, destacando-se a alta concentração de IgA e lactoferrina. Por outro lado, possui menos gordura, lactose e vitaminas hidrossolúveis.

Facilita a eliminação de mecônio nos primeiros dias (diminuindo a icterícia) e permite a proliferação de Lactobacillus bifidus na luz intestinal.

 

 LEITE DE TRANSIÇÃO

Seu período de produção está entre 7-10 dias até a segunda semana do pós-parto.

Composição: a concentração de imunoglobulinas toma-se progressivamente menor, assim como o teor de vitaminas lipossolúveis. Ocorre o aumento das vitaminas hidrossolúveis, lipídeos e lactose.

 

 LEITE MADURO

Produzido a partir da 2ª quinzena pós-parto.

Composição: maior teor lipídico e de lactose; menor quantidade de proteínas.

O maior componente protéico é a alfalactoalbumina, com uma relação de 80:20 Com a betalactoglobulina. É uma proteína de alto valor biológico, que forma coágulos leves, floculantes e de fácil digestão, enquanto a caseína, que é a principal proteína do leite de vaca, fonna um coágulo espesso, gerando maior dificuldade digestiva. A lactose é o carboidrato mais abundante. Outros componentes são: IgA secretora, lactoferrina, o fator bífido, fatores anti-estafilocócicos, lactoperoxidase (retarda a reprodução bacteriana), interferon (glicoproteína com propriedades anti-virais), componentes celulares e enzimas ativas (as lipases auxiliam a digestão das gorduras no intestino do lactente).

 

A importância do Pré-Natal e da família para o sucesso do processo de amamentar

 

A promoção da amamentação na gestação tem impacto positivo na prevalência de aleitamento materno, em especial entre as primíparas. O acompanhamento pré-natal é uma excelente oportunidade para motivar as mulheres a amamentarem. É importante que pessoas significativas para a gestante, como companheiro e mãe, sejam incluídas no aconselhamento e envolvidas , pelo profissional de saúde responsável, na responsabilidade do cuidado com o bebê. A empatia deve ser peça fundamental e prevalente em toda consulta de pré-natal. É à partir dela que a adesão ao aleitamento pós-nascimento se inicia. 

 

A prática da amamentação é fortemente influenciada pelo meio onde está inserida a nutriz.

Para uma amamentação bem-sucedida, a mãe necessita de constante incentivo e suporte não só dos profissionais de saúde, mas da sua família e da comunidade. Não basta que ela opte pelo aleitamento materno. Ela deve estar inserida em um ambiente que a apóie na sua opção. A opinião e o incentivo das pessoas que cercam a mãe, sobretudo os maridos/companheiros, as avós da criança e outras pessoas significativas para a mãe são de extrema importância.

 

3.5 - Os instrumentos de proteção do aleitamento materno no Brasil:

 

No Brasil, existem algumas leis  que amparam as mulheres para o aleitamento materno. São elas:

• Licença-maternidade – à empregada gestante é assegurada licença de 120 dias consecutivos, sem prejuízo do emprego e da remuneração, podendo ter início no primeiro dia do nono mês de gestação, salvo antecipação por prescrição médica (Constituição Federal de 1988, artigo 7º, inciso XVIII).

A Lei Federal nº. 11.770, de 09 de setembro de 2008, cria o Programa Empresa Cidadã, que visa a prorrogar para 180 dias a licença maternidade prevista na Constituição, mediante incentivo fiscal às empresas. A empregada deve requerer a licença até o final do primeiro mês após o parto e o benefício também se aplica à empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança. As empresas tributadas com base no lucro real que aderirem ao Programa terão dedução do imposto devido ao conceder os 60 dias de prorrogação da licença às suas servidoras.

É importante lembrar que muitos estados e municípios já concedem licença maternidade de 6 meses, com o objetivo de fortalecer suas políticas de promoção e proteção do aleitamento materno;

 

• Direito à garantia no emprego – é vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da mulher trabalhadora durante o período de gestação e lactação, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto (Ato das disposições constitucionais transitórias – artigo 10, inciso II, letra b);

• Direito à creche – todo estabelecimento que empregue mais de 30 mulheres com mais de 16 anos de idade deverá ter local apropriado onde seja permitido às empregadas guardar sob vigilância e assistência os seus filhos no período de amamentação. Essa exigência poderá ser suprida por meio de creches distritais, mantidas diretamente ou mediante convênios com outras entidades públicas ou privadas, como SESI, SESC, LBA, ou entidades sindicais (Consolidação das Leis do Trabalho, artigo 389, parágrafos 1º e 2º);

• Pausas para amamentar – para amamentar o próprio filho, até que ele complete seis meses de idade, a mulher terá direito, durante a jornada de trabalho, a dois descansos, de meia hora cada um. Quando a saúde do filho exigir, o período de seis meses poderá ser dilatado a critério da autoridade competente. (Consolidação das Leis do Trabalho, artigo 396, parágrafo único);

• Alojamento Conjunto – a Portaria MS/GM nº 1.016/2003, obriga hospitais e maternidades vinculados ao SUS, próprios e conveniados, a implantarem alojamento conjunto (mãe e filho juntos no mesmo quarto, 24 horas por dia);

• Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras – NBCAL (Portaria MS/GM n° 2.051/2001 e duas Resoluções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a RDC n° 221/2002 e a RDC n° 222/2002) e Lei n° 11.265, de 3 de janeiro de 2006. Esses instrumentos regulamentam a comercialização de alimentos para lactentes e crianças de primeira infância (até os 3 anos de idade) e produtos de puericultura correlatos. A legislação traz regras como a proibição de propagandas de fórmulas lácteas infantis, o uso de termos que lembrem o leite materno em rótulos de alimentos preparados para bebês e fotos ou desenhos que não sejam necessários para ilustrar métodos de preparação do produto. Além disso, torna obrigatório que as embalagens dos leites destinados às crianças tragam inscrição advertindo que o produto deve ser incluído na alimentação de menores de um ano apenas com indicação expressa de médico, assim como os riscos do preparo inadequado do produto. A lei também proíbe doações de mamadeiras, bicos e chupetas ou a sua venda em serviços públicos de saúde, exceto em casos de necessidade individual ou coletiva.


4. CONCLUSÃO

 

Não há dúvidas de que o leite materno é o mais indicado para o recém-nascido e para o bebê em seus primeiros anos de vida. A soberania do leite materno está presente em todos os ângulos discutidos e avaliados por estudos em saúde.

 

O binômio mamãe-bebê , quando se tem aleitamento materno envolvido, traz benefícios para ambos: bio-psico-social.

 

Entretanto, para que haja envolvimento e desejo da mulher em amamentar seu bebê, é necessário que os profissionais da saúde sintam-se responsáveis e empáticos com a questão do amamentar desde o pré-natal.

 

Envolver a família, a comunidade e até mesmo a sociedade no cuidado durante a gravidez e atenção ao puerpério é de grande valia para o sucesso da adesão ao aleitamento materno.

 

A mulher grávida e nutriz possui respaldo de lei para a nova fase que viverá: existe, portanto, preocupação e incentivo dos órgãos públicos e federais para que haja um aumento considerável no número de crianças em aleitamento materno no Brasil.

 

A prevenção de doenças e a promoção da saúde são fundamentais, atualmente, para o bom desempenho de qualquer indicador de saúde, além de reduzir os custos com internações e doenças para o governo e para a sociedade como um todo. Assim, amamentar é peça chave para um adequado investimento de saúde, seja para a mamãe ou  mesmo para a sociedade.

... para um futuro brilhante, um presente consciente.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


VAN ODIJK ET AL,2003. Saúde da Criança. Disponível em <http://www.ebah.com.br/saude-da-crianca-pdf-a27781.html> Acesso em: 10 de Outubro de 2009.

UNICEF , Brasil. Aleitamento Materno. Disponível em<www.unicef.org/brazil/pt/activities_10003.htm> Acesso em: 15 de Outubro de 2009;

Medical journal. Pressão Arterial: amamentação na infância influencia tanto quanto exercícios físicos e dietas na vida adulta. Disponível em http://www.news.med.br/p/pressao+arterial++amamentacao+na+in-896.html > Acesso em: 15 de Outubro de 2009;

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Aleitamento Materno nas capitais e Distrito Federal. Disponível em : < http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pesquisa_pdf.pdf >. Acesso em 25 de Outubro de 2009;

CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA. Amamentação, maternidade e cidadania. Disponívelem:http://www.pucpr.br/servicos/programas_saude/palma/arquivos/amamentacao_maternidade_cidadania22.pdf > Acesso em 26 de Outubro de 2009.

IBIFAN . Instrumentos de proteção legal ao aleitamento materno no Brasil, Disponível em <www.ibfan.org.br/legislacao/index.php> Acesso em: 02 de Novembro de 2009;

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE,OMS.  Definições sobre Aleitamento Materno. Disponível em:< http://new.paho.org/bra/> Acesso em: 05 de Novembro de 2009;

AMAMENTAR. Aleitamento Materno e contracepção. Disponível em <www.amamentar.net/M%C3%A3esPais/Sa%C3%BAdeeh%C3%A1bitosdam%C3%A3e/Contracep%C3%A7%C3%A3o/tabid/179/Default.aspx > Acesso em 18 de Novembro de 2009.

 

Tatiana Stanzani Acquarone é Enfermeira – Coren SP: 98.876. Monografia apresentada à ONG Amigas do Parto como requisito final para obtenção de certificado do Curso de formação em Aleitamento Materno.

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