O PAPEL DA PARTEIRA NA EQUIPE DE PROFISSIONAIS. EMPODERANDO OS DIVERSOS PROFISSIONAIS

Mulheres desempoderadas são uma lástima para a sociedade e uma tragédia para si mesmas. Como chegamos a isso? Não rever nossa história social e pessoal é fazer do slogan “protagonismo da mulher” uma fórmula superficial a ser colada como uma etiqueta no avental desconfortável da parturiente quando esta entra em sala-parto com nas mãos seu plano de parto, na cabeça suas idéias “libertárias” e no coração o vazio de uma história não resgatada, inconsciente e solitária.

Parto em casa: retrocesso?!

Este texto será utilizado como base para uma reflexão se chama: Parto em casa: retrocesso. Foi extraído do Jornal do Brasil em 16 de março de 2008. Márcia Rosa de Araújo presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj).

Não há gravidez nem parto sem risco. Esta é uma verdade científica da qual parecem esquecer - ou propositadamente ignorar - aqueles que têm incentivado o retorno do parto domiciliar. Dar à luz em ambiente familiar, com assistência apenas de uma parteira, é proposta que alimenta o imaginário de muitas mulheres, pois era assim que funcionava no tempo de suas avós ou

bisavós. Mas cabe aos médicos e profissionais de alguma forma comprometidos com a saúde, alertá-las para os riscos que tal prática implica. Além de ignorar essa obrigação dos que zelam pela saúde das pessoas, o novo rol de procedimentos e eventos da ANS fere a legislação vigente ao permitir a cobertura dos planos de saúde aos partos feitos, exclusivamente, por enfermeira obstétrica. Qualquer médico, obstetra ou não, sabe que a evolução de um parto é imprevisível. Apesar de a maioria ocorrer sem anormalidades, entre 15% e 20% podem apresentar complicações que tornam imprescindível a presença de um médico.

Estudos internacionais mostram que 10% dos recém-nascidos necessitam de algum procedimento especializado no momento do parto para iniciar a respiração e 1%, de medidas bastante agressivas para sobreviver. Nesses casos, o tempo para o atendimento adequado, especializado, que poderá salvar o recém-nascido é de segundos, na maioria das vezes. Dos cinco milhões de recém-nascidos que morrem anualmente, cerca de um milhão são vítimas de asfixia intra-útero ou no momento do parto. Os que sobrevivem à asfixia podem ter seqüelas neurológicas irreversíveis, deficiências escolares e outros problemas de comportamento. Da mesma forma, a hipoglicemia - presente também em recém-nascido fruto de gravidez aparentemente sem risco - pode levar à morte ou a lesões encefálicas irreversíveis. É importante também ressaltarmos as complicações maternas, principalmente hemorragias durante e após o parto.

Os dois casos exigem atendimento especializado quase imediato, o que é impossível no parto domiciliar. Por isso, mesmo as gestantes de baixo risco devem ter partos em instituições hospitalares tradicionais, como diz a recomendação científica internacional, e na presença também do pediatra, como determinam a portaria do Ministério da Saúde e resolução do Cremerj. A intenção é clara: garantir às mulheres e bebês um atendimento de qualidade e amparado na ciência e tecnologia que o avanço da medicina nos oferece. Não se questiona aqui a opção preferencial pelo parto normal. Mas a normalidade não significa que o procedimento deva ser feito na residência da gestante, onde nem mesmo uma equipe treinada e equipada poderá oferecer a adequada atenção nas eventuais complicações. Ressaltamos que nesses casos a cesariana realizada oportunamente modificará favoravelmente o resultado. Por esses motivos, o Cremerj não considera humanizado um parto feito fora de ambientes hospitalares e não concorda com a posição da ANS neste sentido. Segundo a resolução criada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), em 2002, o médico não pode emitir declaração de óbito nos casos em que houve atuação de profissional não-médico. Além disso, o Estatuto da Criança e do Adolescente assegura o atendimento médico aos recém-nascidos.

Dessa forma, a conseqüência da medida da ANS é deixar mãe e filho em situações de risco. É bem verdade que não temos os melhores indicadores de assistência materno-infantil, mas morrem muito menos mães e bebês atualmente do que no tempo das parteiras em casa. Até meados do século passado, morriam 150 mulheres a cada 100 mil partos com bebês nascidos vivos. Nas últimas décadas, o índice de mortalidade caiu para 51 a cada 100 mil. Ainda é muito alto - mais que o dobro do que a Organização Mundial de Saúde considera tolerável - mas a diferença representa a preservação de milhares de vidas. Isso é possível porque os avanços da ciência e da tecnologia permitem diagnósticos mais precisos e o apoio de equipamentos modernos no tratamento dos problemas médicos. Ignorar esses benefícios é um retrocesso inaceitável, que privam gestantes e recém-

nascidos de um atendimento digno e põe suas vidas em risco. (2:01h)

***

Este texto foi veiculado na mídia e teve grande peso, pois quem o escreveu foi a presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), quando se pesquisa países com a prática de profissionais na atenção ao parto domiciliar as estatísticas mostram baixos índices de mortalidade materna e neonatal, como a Holanda, Suécia, entre outros

Agora responda aos questionamentos:

1 - Será que a prática do parto domiciliar atendida por profissionais capacitados aumentará as mortalidades?

2 - Em sua opinião parir no hospital é mais seguro do que em casa? Defenda sua idéia com argumentos na medicina baseada em evidências científicas.

3 - Será que na atualidade é possível ter nos hospitais partos normais? Entenda por parto normal aquele de início espontâneo e que respeite a fisiologia e a singularidade de cada mulher e do corpo feminino.

4 – Você atende partos no domicílio? Se não explique quais as suas dificuldades. Será que textos como este desempoderam vocês de atenderem partos normais em casa?

Cada membro da nossa equipe iniciou sua participação quando sentiu-se inteiramente entregue para esta filosofia de vida.

5 – O que falta para você acreditar que o bebê tem o poder de nascer e a mãe tem a força e o poder de parir?

A nossa prática enquanto equipe Hanami, nunca fomos atrás de mulheres utilizando discurso de que o parto no domicílio é melhor, são as mulheres que querem ter seus filhos de outra forma. Procuram o nosso serviço por ele lhes transmitir segurança, afetividade, respeito, individualidade e acima de tudo acreditam que com o nosso serviço estarão protegidas de intervenções desnecessárias. Para elucidar a proteção contra intervenções citamos várias rotinas hospitalares que tiveram de ser submetidas contra sua vontade em gestações anteriores hospitalares: enema, jejum, infusão de ocitocina, episiotomia, amniotomia, entre outras.

No imaginário cultural brasileiro, as figuras de assistência ao parto se resumem a médicos, em hospitais, e parteiras, em áreas pobres do interior do país. Uma figura ainda pouco conhecida, mas que tem ganhado o reconhecimento do governo e da sociedade, é a das parteiras profissionais – enfermeiras obstétricas que atuam nas grandes cidades e vêem o parto como um evento natural, que, se estiver bem preparado e livre de complicações, pode muito bem ocorrer fora de um hospital.

Como herança das parteiras tradicionais – que aprenderam o ofício na prática –, essas profissionais sabem da importância de tratar a mulher como protagonista no parto, respeitando seus desejos e aliviando as dores com conforto emocional, técnicas de relaxamento e chás. Diferentemente do que acontece na zona rural, entretanto, elas foram formadas em universidades para fazer o parto de gestantes de baixo risco e são tão capacitadas quanto os médicos obstetras para esse atendimento.

Aproveitamos para citar alguns outros profissionais que trabalham no parto domiciliar e que apresentam dados bastante motivadores para quem está começando com a prática ou que estão pensando em começar: no Brasi: Heloisa Lessa, Cláudia Orthof, Marilanda Lima, Vilma Nishi, Márcia Koiffman, Ricardo Jones e Neusa Jones, Pedrão, Priscila Colacioppo e de outros países: Ina May Gasking, Mary Swart, Naoli Vinaver Lopez, entre outros. Encorajamos vocês a pesquisarem sobre os serviços dos profissionais acima citados para que obtenham cada vez mais sucesso na sua prática assistencial.

Para vocês iniciarem a busca por profissionais que sejam referência no atendimento ao parto junto com a equipe profissional, aprofundaremos aqui algumas destas brilhantes mulheres:

Naolí é parteira tradicional e profissional mexicana com 17 anos de experiência em atendimento do parto domiciliar. É uma das principais ativistas do movimento do parto natural no México e conferencista internacional. É antropóloga de formação e autora do livro "Um Bebê Nasce...Naturalmente" (editorial Mercuryo Jovem), assim como de dois vídeos/documentais sobre o parto e nascimento: "Dia de Nascimento" e "O Mundo Nasce ao Ritmo do Coração". www.nacimientonatural.com.

Ela combina a prática do parto tradicional com um profundo interesse e respeito pela psicologia e a fisiologia do parto. Em suas conferências fala da importância em resgatar o aspecto sexual do ciclo da gravidez, parto e puerpério. Para Naolí o protagonismo da mulher não se desvincula daquele do bebê. O que implica em duas coisas: primeiro, que o tempo e o ritmo do bebê devem ser respeitados, pelos profissionais assim como pelas mães. Surge inevitável a pergunta: é ético e respeitoso retirar um bebê de seu mundo uterino antes que ele tenha dado sinais de que está pronto e querendo sair? Não seria uma relação de violência.

Nas “relações de gênero” o poder está distribuído de forma desigual, entre homens e mulheres. No nosso caso, ocidental, branco e cristão: o poder está em mãos masculinas, e masculinas são também as qualificações que têm valor. As mulheres permitem que se faça conforme a vontade deles. Elas seguem um modelo externo a si próprias, traindo sua inteireza e sabedoria. Ela aponta que a mulher abdica de sua energia e precisa então de alguém que lhe diga como parir. Isso é tão absurdo, como seria receber instruções sobre como namorar, fazer amor...

Mulheres desempoderadas são uma lástima para a sociedade e uma tragédia para si mesmas. Como chegamos a isso? Não rever nossa história social e pessoal é fazer do slogan “protagonismo da mulher” uma fórmula superficial a ser colada como uma etiqueta no avental desconfortável da parturiente quando esta entra em sala-parto com nas mãos seu plano de parto, na cabeça suas idéias “libertárias” e no coração o vazio de uma história não resgatada, inconsciente e solitária.

Mais uma vez, fica evidente que o parto não é uma questão de ego. Transcende e extravasa para algo místico e mais profundo. O que é preciso resgatar no parto é a força da vida em ação, da vida ao vivo. As mulheres precisam aprender a se (re)conectar com o poder pulsante, alegre, sério e profundo da vida que respira em cada contração e que goza a cada nascimento. Para isso, deve enraizar-se em si mesma, a custo de encontrar experiências doloridas, cicatrizes e marcas de um passado opressor. É com a carne que parimos e esta precisa ser resgatada das cadeias que uma cultura secular baseada no masculino cerebral, abstrato e moralista aplicou, cultura refletida na criação e na educação que todas nós recebemos em casa, nas escolas, pela TV e pelo mundo afora.

A equipe Hanami acredita que Naoli conseguiu penetrar e alterar o pensamento de muitos profissionais quando se usa da lógica da sexualidade, do gênero, do protagonismo feminino para o resgate do nascimento de forma mais humana e fora do ambiente do hospital. Por isso tem o seu reconhecimento.

Outra profissional ícone da defesa da humanização dos nascimentos e de bastante impacto para a valorização do atendimento ao parto no domicílio é a parteira holandesa Mary Zwart, 60 anos que trouxe mais de 4.000 bebês ao mundo. Na atividade há 30 anos, ela participa, desde 2000, do movimento pró-parto humanizado no Brasil.

Ela diz que o parto só deve ser feito por médicos em caso de gestação de risco. Lembra também que os médicos são educados para curar, e nós, parteiras, para cuidar.

Com as maternidades cada vez mais equipadas e as tecnologias voltadas para o parto em constante modernização, ter um filho sem um médico por perto pode parecer um retrocesso. Não é o que pensa a maioria das gestantes holandesas. No país que tem um dos menores índices de mortalidade no parto do mundo, 85% das grávidas são acompanhadas por parteiras - que recebem uma formação de quatro anos voltada para o parto normal, método pelo qual nascem quase todos os bebês por lá.

Muitas delas escolhem ter seus filhos em casa.

A gravidez e o parto são um sinal de saúde das mulheres. Não são procedimentos médicos, mas uma parte da vida. Não podemos transformar algo natural em um evento médico.

Sobre o parto domiciliar compara que para os mamíferos, o natural é permanecer no ninho durante o parto - e não sair dele. Mas o ninho deve ser seguro. É preciso ter uma infra-estrutura que torne isso possível: água totalmente limpa, comida adequada, o suporte de uma parteira, do médico de família ou de uma enfermeira com formação voltada para o parto. Se a mulher se sentir segura em casa, ela deve poder aproveitar essa oportunidade.

Os Holandeses são conhecidos por não gostarem de gastar dinheiro com algo que é gratuito. Dar à luz em casa é o meio mais econômico de parto, e essa é a primeira escolha quando a mulher está bem. Na Holanda, 70% dos partos normais são assistidos exclusivamente por parteiras. No Brasil, onde ao menos 77% são acompanhados por médicos, o índice de mortalidade materna é dez vezes maior do que o nosso. A mortalidade de bebês é quase quatro vezes maior.

Na Holanda, a parteira tem uma formação de quatro anos só voltada para a gravidez e o parto. Os médicos não têm esse tempo de educação voltado só para a mãe.

Mary coloca que para as mulheres a gestação e parto envolvem medo. Um bebê compromete a vida para sempre. É normal ter medo, mas isso não deve ser pesado demais, pois, para o parto, é fatal. A gestante precisa pensar que é uma mulher madura, que pode dar à luz, que poderá fazer as coisas que gosta, mesmo com uma criança. Esse medo deve ser trabalhado durante a gravidez pela midwife.

Heloisa Lessa, 46 anos, defensora de partos naturais e mais humanizados, enfermeira obstetra-parteira do Rio de Janeiro, Professora de Especialização em Enfermagem Obstétrica da UERJ. Obteve mestrado na temática parto domiciliar. Foi uma das três profissionais indicadas para ganhar o Prêmio Faz Diferença, do Jornal O Globo (RJ), na seção Revista O Globo. Ela é uma parteira autónoma atendendo parto domiciliar no Rio de Janeiro há 18 anos. Faz parte da diretoria da Rehuna, como coordenadora do congresso 2008. Trabalha com tribos indígenas e parteiras tradicionais na floresta Amazônica.

Em 2003, atendeu cinco partos em casa, em 2006 foram 42, desde que voltou de uma viagem de dois meses na Amazônia, onde isso é comum - nesse caso, por falta de opção. Ela ajudou a trazer ao mundo 144 crianças e, hoje, realiza cinco partos em casa por mês.

Heloísa diz que geralmente, ter filho longe do hospital significa comprar briga com a família. "É normal a mulher que opta por ter seu primeiro filho em casa esconder de um parente ou conhecido". A grande preocupação dos familiares é com a segurança da mãe e do bebê. Nesse sentido, devemos nos cercar de cuidados. Parto em casa só deve acontecer se somente a saúde de ambos estiver em ordem, se o pré-natal não teve intercorrências e se a gravidez não for múltipla.

Heloísa carrega ainda oxigênio e equipamento básico para alguma emergência.

Para Heloísa concorda que na rotina médica tradicional é complicado prever alguma emergência, mas diz que seu trabalho é diferente. "O médico não acompanha a mulher o tempo todo. Ele aparece, examina e vai embora. A gente (parteiras) fica com ela e percebe os sinais de seu corpo. Antes de qualquer emergência, acontece uma febre, um pequeno mal-estar". Para ela um sangramento significativo da mãe pode estar ligado à condição psicológica dela. "O principal motivo de hemorragia materna é o útero da mãe não contrair depois do parto. Para que ele contraia é necessário ocitocina. Quer melhor maneira de a mulher produzir esse hormônio que deixá-la junto de seu bebê logo depois de ele nascer? No hospital, eles são separados". Relata que precisou remover grávidas para o hospital sete vezes. "Todas chegaram a tempo e seus filhos nasceram muito bem."

A parteira Vilma Nishi, 53 anos, formada há 30 anos é enfermeira-obstetra e faz partos em casa desde 2002.

Vilma Nishi relata que "são mulheres que acreditam na natureza e que, ao passarem por esse processo, estarão vivendo a feminilidade delas o mais intensamente possível.

Não é uma coisa de bicho-grilo, de querer ser diferente e parir de uma maneira alternativa. São mulheres que acreditam na natureza e que, ao passarem por esse processo, estarão vivendo a feminilidade delas o mais intensamente possível."

Vilma sempre trabalhou em hospital e, frustrada com o aumento de cesáreas nas salas de parto, quase abandonou a profissão. Em janeiro de 2002 começou a atender em domicílio, em São Paulo e Campinas, e desde então ajudou 108 crianças a virem ao mundo no aconchego do lar.

A opinião de uma das cliente de Vilma foi que o grande mérito dessa escolha nem é o parto em si, mas o pós-parto. "Poder estar com o bebê nos braços durante as primeiras horas de vida não tem preço. A minha filha conheceu os irmãos dez minutos depois de nascer e a família esteve junta nesse momento tão importante. Vilma acredita que o vínculo que foi criado ali se reflete na relação que hoje tenho com ela. Para a mesma cliente: “Nem mesmo a dor assusta: "Parecia que eu estava sendo partida ao meio, mas o que fica é uma sensação enorme de realização”.

Vilma além de fazer o pré-natal, gosta de ter na retaguarda obstetra e hospital definidos, caso haja necessidade, porém não leva oxigênio e equipamentos básico para alguma emergência. "Não levo isso porque dá para prever algum problema com o bebê com tempo hábil de remover para um hospital".

Ina May Gaskin é a criadora do movimento moderno de partos domiciliares e a grande inspiração do renascimento do trabalho de parto nos Estados Unidos.

Iniciou e desenvolveu em 1971, na Farm, sua comunidade no Tennesse, um serviço de atendimento a gestantes. Hoje são mais de 30 anos dedicados a atender; 2.200 bebês nascidos em suas casas ou em sua fazenda.

Autora do famoso clássico "Spiritual Midwifery", primeiro livro sobre o assunto lançado até então para não profissionais. Rapidamente vendeu mais de meio milhão de cópias e foi traduzido para muitas línguas.

Publicou um artigo médico em que ensina uma manobra para livrar o bebê com distócia de ombro. Essa manobra, aprendida com uma parteira da Guatemala é hoje amplamente usada e foi batizada com o seu nome: Manobra de Gaskin.

No seu livro intitulado: Ina May’s Guide to Childbirth de 2003 pode–se encontar entre outros assuntos como tornar o parto uma experiência gratificante — tanto no hospital, numa casa de parto ou no conforto do lar, dados da sua experiência entre 1970 e 2000 como:

- número de nascimentos: 2028;

- transferências: 4,9%;

- primigestas: 44,7%;

- cesáreas: 1,4%;

- períneo íntegro: 68,8%;

- gemelares: 15 gestações, sendo que todos nasceram em casa.

Deixamos mais alguns questionamentos para apreciação:

6 - O que esses relatos lhes transmitem no sentido do empoderamento profissional?

7 – É possível empoderar mulheres se estamos desempoderadas como profissionais e como mulheres?

8 - Diante da nossa história, do nosso site (verificar link perguntas e respostas) e destes textos vocês conseguem relatar qual o papel do profissional dentro dos seus diversos aspectos?

#parteira #empoderamentoprofissionaisparto

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